sábado, 14 de maio de 2011

INVERNO

Quando as temperaturas caem, surge aquela vontade de ficar mais próximo de quem se gosta, de estar aquecido entre cobertas ..., diferentes e saborosas bebidas como cafés, chocolates, conhaques e bons vinhos.

Os pratos também ganham novos sabores, texturas e calorias...

Cremes e Sopas hum!

Delicias que aquecem que nos remetem a um lugar de aconchego e de satisfação. Vamos experimentar?

CREME DE ABÓBORA COM HORTELÃ

Ingredientes:

1 kg de abóbora-moranga descascada e picada
1 tablete de caldo de carne
4 xícaras (chá) de leite desnatado
1 cebola média picada
1 xícara (chá) de hortelã picada
sal a gosto
pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Coloque em uma panela a abóbora, o tablete de caldo de carne esfarelado, o leite e a cebola. Leve para cozinhar e, assim que ferver, reduza o fogo e cozinhe por 20 minutos, ou até a abóbora ficar macia, mexendo de vez em quando. Acerte o sal e acrescente a pimenta. Misture e retire do fogo. Transfira a metade da sopa para o liquidificador e junte a hortelã. Bata por 1 minuto e despeje na panela com a sopa restante. Misture e distribua nos pratos.



CREME DE ESPINAFRE

Ingredientes:

1 maço médio de espinafre
1 colher (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 litro de leite desnatado
1 caixinha de creme de leite light
sal a gosto

Modo de Preparo:
Limpe e lave o espinafre, separe somente as folhas e coloque-as numa panela. Tampe a panela e leve ao fogo até as folhas murcharem e ficarem macias. Retire do fogo, esprema as folhas para eliminar o excesso de líquido e pique-as finamente. Reserve. Leve ao fogo uma panela com a manteiga e a farinha de trigo e deixe dourar sem parar de mexer. Junte, aos poucos, o leite e cozinhe por mais 6 minutos, ou até obter um creme não muito encorpado. Misture o espinafre, o creme de leite e o sal. Assim que ferver, acerte o sal e retire do fogo.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

docinhos...docinhos

VINHOS DE SOBREMESA
Vinhos de sobremesa, são aqueles que, contam com açúcares naturais das uvas depois de elaborados, tornando-se doces. São diferentes, dos chamados “vinhos suaves”, que recebem adição do açúcar ao final da elaboração. Naqueles o açúcar é proveniente da própria uva e não é adicionado ao mosto. Há vinhos de sobremesa que estão entre os mais saborosos e caros do mundo.
 Vinho de sobremesa é produzido para que parte do mosto não se transforme em álcool. Se o teor de açúcar residual superar 40 gramas por litro, o vinho é classificado como “licoroso”.
Alemanha, Hungria, França, Itália, Chile, Brasil e Austrália são alguns dos principais produtores mundiais de vinhos de sobremesa.

As técnicas para essa fabricação são: colheita tardia onde a fruta é deixada no pé por mais algumas semanas e assim ela concentra maior teor de açúcar.
Na passificação os cachos são colhidos no tempo certo, porém passam por secagem em esteira sendo desidratados. (técnica muito utilizada na Itália)
Em algumas poucas regiões da Áustria, Hungria e na França, é bastante difundida a vinificação pelo fungo Botrytis Cineria, que ataca naturalmente as uvas. Esse fungo provoca a chamada podridão nobre, desidratando a uva por meio de um ataque à casca. Tidos como os vinhos doces mais sofisticados do mundo, os “Sauternes de Bordeaux” são produzidos com as cepas sémillon e sauvignon blanc.

Porém, combinar estes vinhos com pratos ou com sobremesas em si pode criar momentos difíceis. Algumas combinações são clássicas, como Porto e queijo de veio azul ou o Stilton ou o Roquefort, Sauternes e Foie Gras e os vinhos doces do Languedoc-Roussillon - como o Maury - e chocolate.
A segredo para combinar a comida com vinho é mantê-los próximos ao que se diz respeito a doçura, para que não se sobreponham mutuamente. Quando o dulçor da comida é maior que o do vinho, ele ressalta a acidez e dá a sensação de que o vinho é magro e, às vezes, até amargo. Quando é o vinho que tem mais açúcar nem sempre é um problema, mas ele pode suplantar os sabores do prato.
Chocolate, por exemplo, muito raramente pode acompanhar um vinho tinto comum: a sensação vai ser de amargor, magreza e de taninos rústicos. Se ele for amargo, por exemplo, com alta concentração de cacau - normalmente bem menos doce que os ao leite - as chances de conseguir harmonizá-lo são maiores.
A acidez é um dos principais fatores de equilíbrio do dulçor: ela lava a boca, aumenta a salivação e dá uma sensação de frescor que o ameniza. É por isto que muitos dos melhores vinhos doces possuem como característica a acidez destacada. A acidez na comida, porém, irá requisitar que o vinho também possua um grau de frescor ácido para que não se descaracterize.
Combine Tartelletes de Crème Patissière com Frutas (em que o dulçor do creme se suaviza com a acidez fresca da frutas) com um vinho de colheita tardia como o Domaine Conté Late Harvest ou um delicado Moscato d'Asti como o Nivole, que possuem teores de açúcar não muito altos e uma refrescante acidez que irá acompanhar a da fruta.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

CARNEIRO E VINHO

A gastronomia mundial simpatiza e utiliza a carne de cordeiro para a composição de diversos pratos.
Este tipo de carne tem textura macia, coloração rosada e possui sabor marcante.
A carne é mais adocicada que a bovina por isso os vinhos mais indicados são os macios, de taninos moderados e frutados.

Eu escolheria um vinho frutado à base de Merlot. As comidas ricas em proteína suavizam o tanino do vinho tinto de forma que os sabores de fruta conseguem aparecer mais facilmente.
Combinação de carne de cordeiro com curry e legumes, que acentuam o sabor. (Cabernet) (Pauillac)
Com carneiro assado acredito que um vinho de médio corpo ou bem encorpado seria apropriado, eu serviria um Shiraz ou Malbec

Prato inglês típico é o shepherd's pie, feito de cordeiro em cubos servido com purê de batatas. Os vinhos Borgo Scopeto Chianti Classico 2002 e Esporão Reserva Tinto são a combinação ideal de sabores.
Experimente: Filé malpassado com Syrah da Côte-Rôtie; lingüiças condimentadas com Cahors; confit de pato com Barolo; queijo maturado Comté com Cabernet Sauvignon do Vale do Napa; kidney pie com Ribera del Duero espanhol; Pauillac ou Cabernet de Coonawarra vão bem com perna de carneiro.

PERNIL DE CORDEIRO COM MOLHO DE HORTELÃ

1 pernil de cordeiro de aproximadamente 1 kg, bem limpo
Azeite a gosto
Pimenta do reino e sal a gosto
750 ml de vinho branco seco
Folhas de louro
Ramos de alecrim
Ramos de tomilho
2 cebolas fatiadas
Dentes de alho cortados ao meio
Aqueça o forno antes
Em uma forma coloque o azeite a cebola e os dentes de alho, sal e a pimenta misture e coloque o pernil , regue com mais azeite e um pouco mais de sal  e pimenta, deixe no forno por 15 min., vire o pernil e coloque as ervas, regue com o vinho cubra com papel alumínio abaixe o fogo(médio) e deixe por 4 horas regando as vezes com o caldo da forma. Retire o papel e deixe dourar.

Molho de Hortelã

 1 maço de hortelãs
 1 xícara (chá) de azeite
 sal e pimenta a gosto
 1 colher (sopa) de limão ou vinagre

Pique a hortelã bem miudinha (é desaconselhável bater
no liquidificador ou processador, pois muda o sabor).
Junte o óleo aos poucos, batendo com um batedor de
arame ou garfo, para que fique cremoso. Tempere.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

CONFIRA



Obs.
A entrada de não profissionais é apenas no último dia e o convite é cobrado.
 

sábado, 2 de abril de 2011

cidades e os vinhos

espanha

Rio Grande do Sul

Paris

Lisboa

Londres
Algumas cidades pelos paises, parecem que nos convidam a uma boa garrafa de vinho.
Lugares aconchegantes, refinados, românticos, noites frias ou mornas, que trazem lembranças, desejos, imaginações que fazem nossos pensamentos e corações se unirem em qualquer canto do mundo.
Paris
Madri
Berlim
Toscana
Londres
Lisboa
Bento Gonçalves
Buenos Aires

e outras mais...
Lugares perfeitos para amigos perfeitos que mesmo distantes nos sentimos perto quando preenchemos uma taça com o mais perfeito tom de vermelho, verde, amarelo...

Um brinde a você amigo que mesmo repirando os ares de Londres ouve o tim tim das minhas taças vazias.

segunda-feira, 28 de março de 2011

VITRAIS GOURMET

Passeio obrigatório e admirável para pessoas do mundo todo, o Mercado Municipal de São Paulo é um tradicional ponto gourmet da grande metrópole. No Mercadão é possível encontrar uma grande variedade de alimentos – de verduras e legumes fresquinhos, passando por carnes, aves, peixes e frutos do mar de todo o tipo, a massas, doces, especiarias e produtos importados de primeira linha. O espaço gastronômico oferece a oportunidade de degustar saborosos pratos, enquanto se aprecia a beleza estrutural do Mercadão.
Projetado pelo escritório do arquiteto Francisco Ramos de Azevedo em 1926, o Mercadão foi inaugurado em 25 de janeiro de 1933. A execução dos vitrais foi entregue ao artista russo Conrado Sorgenicht Filho, famoso pelo trabalho realizado na Catedral da Sé e em outras 300 igrejas brasileiras. Ao todo, são 32 painéis subdivididos em 72 lindos vitrais.

O prédio – que ocupa um espaço de 12.600 metros quadrados de área construída às margens do rio Tamanduateí – abriga mais de 1.500 funcionários que, juntos, movimentam cerca de 350 toneladas de alimentos por dia em seus mais de 290 boxes. Os permissionários – nome que se dá ao lojista ou comerciante que tem a permissão de uso do espaço para comercialização dos produtos nos boxes do Mercadão – têm seus interesses representados pela Renome, uma associação de direito privado, constituída por tempo indeterminado e sem fins lucrativos. (site mercadão).

Manhãs de domingo, céu azul, trânsito calmo, dia que propicia um bom passeio de família.
Mercadão; deslumbrante, agitado e perfumado. Queijos e ervas de provence, vinhos, morangos, uvas e mortadelas... Hum!
Uma mistura de aromas que criam uma personalidade única do local.
Passeamos e degustamos, admiramos rótulos, adquirimos azeites, queijos, e ervas que perfumam os nossos pratos.
Mais do que comprar, admirem os vitrais, a arquitetura do espaço que sem dúvida é mágico, nos retrata um passado de bom gosto.

O Mercadão fica na Rua da Cantareira, 306, próximo à Rua 25 de Março e ao Parque Dom Pedro.

Novidades do mercadão: http://www.youtube.com/tvmercadao






quinta-feira, 24 de março de 2011

pinot grigio

conhecendo essa uva

Pinot gris é uma uva branca da família da Vitis vinifera, originária da região da Alsácia, França.
Apesar da cor escura da uva, a pinot gris é usada para produção de vinhos brancos.Gris significa cinza, em francês. (Wikpedia)
Pinot Grigio
Originária da Borgonha, na verdade é uma mutação da Pinot Noir, mas hoje é bem mais encontrada na Alsácia e no Norte da Itália, com um aroma rico e condimentado e média acidez. É a última moda nos Estados Unidos neste momento
Este vinho apresenta uma leve intensidade de cor, com tonalidades esverdeadas. Seu aroma é frutado

Análise Olfativa:Alta intensidade aromática, com expressivo caráter varietal lembrando frutas e flores brancas, diria fragancia delicada intermediando um floral e limão citrico.

Análise Gustativa: apresenta-se muito elegante e com bom corpo, bom equilíbrio de acidez; final persistente.

Serviço: deve ser degustado a uma temperatura de 8º C.

Hamonização: Por ser leve, acompanha perfeitamente pratos que contenham legumes. Peixes, frutos do mar, salada de folhas verdes e bolinhos de bacalhau. Harmoniza muito bem também com Spaghetti a la carbonara e queijos como o Edam, Brie ou gruyère.