sexta-feira, 8 de julho de 2011

CONHECIMENTO

Teste seus conhecimentos
já batemos um papo sobre essas questões; você "estudou", então divirta-se.


1.O que é um vinho varietal?


a.Produzido em várias regiões do mundo


b.Produzido apenas por uma variedade de uva





2. O conjunto de fatores que influenciam na produção dos vinhos, como solo, clima e topografia chamam-se?


a.Pinotage


b.Terroir





3. No geral os vinhos Cabernet Sauvignon apresentam os sabores...


a.Cereja, ameixa e cassis


b.Maçã, pêssego e frutas tropicais





4. Qual o país de origem da uva Pinotage?


a.França


b.África do sul


respostas: 1-b 2-b 3-a 4-b

quinta-feira, 30 de junho de 2011

ervas e temperos



TEMPERAR DEVE SER  MAIS DO QUE AROMATIZAR,OU DAR GOSTO AOS ALIMENTOS, DEVE DESPERTAR EMOÇÕES.

Sejam eles frescos ou secos os temperos e condimentos acentuam sentidos, e sentimentos, criam desejos de reunir as pessoas e proporcionar inesquecíveis reações de prazer...

CONHECER E USAR.

Sal
esse elemento básico em todas as receitas O clássico, usado no dia a dia, é o sal marinho refinado, mas existem variações.

 Sal com aipo:

Aipo que perfuma e dá sabor forte e marcante em seus pratos. Misturada ao sal dá o tempero delicioso em sopas, carnes grelhadas, canapés e aperitivos.

Sal com alho:

Use o sal com alho em todas as sopas, saladas, frutos do mar, massas, carnes, canapés, torradas e biscoitos.

Sal, cebola e alho:

Tradicional da Culinária Brasileira. É usado diariamente.

Salsa

Folha comum de sabor suave ótima para ser usada em  sopas, saladas verdes, molhos de ervas, pães, tomates,  grelhados e recheios.

Sálvia

Aromática, é Indicada na preparação e no recheio de carnes e aves em geral, marinados, sopas e chá.

Tomilho

Erva do mediterrâneo, aromático e levemente picante, tem as folhas delicadas facilmente encontradas deve ser usado para temperar carnes, peixes, aves, pratos com tomate e queijos.

Zahtar

Do Oriente Médio. É composto, entre outros, de tomilho, gergelim e sal. Mais comumente utilizado para polvilhar no pão com azeite de oliva, pode também ser polvilhado sobre o frango antes de assá-lo. É salpicada em carnes e vegetal ou usada para patês. Pode ser misturado com azeite de oliva a distribuído no pão ou massa de esfiha antes de assar.

Pimentas

Pimenta Calabresa
É obtida a partir da desidratação e flocagem da pimenta vermelha. Usada na elaboração de linguiças e outros embutidos, que ficam com um sabor mais picante.

Pimenta Habanero
É a mais forte das pimentas. As cores variam entre amarelo, laranja e vermelho. Originária do Caribe e da costa norte do México, foi a primeira pimenta a ser cultivada pelos Maias. É usada fresca, seca ou em molhos bem diluída.



Pimenta da Jamaica
Usada preferencialmente moída na hora. Aplica-se bem em conservas, carnes, doces, tortas e pudins, devido ao seu sabor pouco picante e ligeiramente adocicado.


Pimenta do reino
É considerada a rainha das pimentas, pois é a mais usada em todo o mundo. Pode ser usada inteira ou moída na hora. É encontrada nas variedades branca, preta ou verde.

Pimenta malagueta
Altamente picante, é uma das mais populares no país, medindo de 2 a 3 cm de comprimento.

Pimenta dedo-de-moça
Mais suave que a malagueta e ligeiramente mais picante que a jalapeno, é também bastante consumida no Brasil. Saborosa, integra molhos e acompanha peixes.




Pimenta síria
Usada para condimentar pratos da culinária árabe, como carne de esfiha, quibe, recheio de charuto, kafta, legumes, entre outros. Levemente adocicada.

Ervas


Hortelã

Digestiva, ajuda nos problemas respiratórios e é vermífuga, podem ser usadas em saladas, carnes, para temperas queijos, sopas frias, sucos e frutas.


Louro
Dá um gosto especial a feijões, marinados e assados. Além disso, é uma erva digestiva que estimula o apetite


Manjericão
Muito perfumada as folhas são de fácil digestão e aceitação. Pode ser usadas em saladas, pizzas, massas, molhos, sopas, legumes, vinagre de ervas, cogumelo e carnes. Suas folhas frescas também podem ser usadas na decoração de pratos.


Noz moscadaNa culinária ocidental, são populares em biscoitos, bolos e frutas, sendo utilizados para aromatizar queijos (em fondues por exemplo) e molhos béchamel e branco.


Orégano
O sabor característico da pizza vem da utilização do orégano. Mas ele também pode ser utilizado em pratos à base de queijos, molhos, vinagres, sopas, massas, legumes e saladas. As culinárias italianas e gregas usam muito o orégano em suas receitas



Curry
Originário da Índia. É uma mistura de vários temperos e condimentos. Realça o sabor dos alimentos, e é indicado no preparo de carnes, aves, peixes, sopas, molhos, arroz, risotos, legumes etc.


Cravo
A semente é decorativa e aromática. Muito usado em doces e compotas. Em pó tem sabor forte, ao mesmo tempo doce e picante, e dá sabor especial em pratos salgados como carnes, caldos e ensopados.

Endro
Na forma de sementes, vai bem a peixes e sopas. É usado em conservas como picles.

Erva Doce
Utilizada não só no preparo de chás, mas também em biscoitos, bolos, pães, molhos para saladas e frutos do mar. Usadas também em pastas de queijo e patês.

Gengibre
Raiz de adocicado e picante. Além de ser usado no famoso quentão, bebida das festas juninas brasileiras, ralado podem ser usado em vatapás, carne moída e camarão. É ótimo para o preparo de conservas, pickles e chutneys.


Alecrim
Tem forte fragrância. Suas folhas, finas e escuras, têm aplicações na culinária desde tempos remotos, particularmente para frangos e carnes grelhados e assados. É indispensável na preparação de pratos da cozinha portuguesa. De aroma fresco, dão um sabor especial às aves, aos molhos e sopas de tomate, frutos do mar, carnes, patês, berinjelas, batatas (casamento perfeito) e pães.

Alho
Na culinária entra numa infinidade de pratos, cru, frito, ou misturado com outras ervas. Junto com o vinho, forma a base da Vinha-d’álho, onde se curtem carnes, aves e peixes antes de irem para o fogo.


Anis Estrelado
Originária do Oriente Médio. Além de ser utilizada na culinária, para aromatizar doces e salgados, é a base para fabricação de licores dos mais consumidos na Europa.

Canela
Originaria do Sri Lanka, bastante difundida na Europa e de grande aceitação no Brasil. Na culinária se usa em doces, como arroz-doce e curau, por exemplo. Também na banana assada. Dá um toque oriental no tempero de algumas carnes.
Cardamomo
Semente rara no Brasil, que possui um aroma inconfundível. Usada em cafés e pães em alguns países árabes, seu sabor, que parece uma mistura de gengibre com canela, consegue deixar qualquer receita mais especial. Acredita-se que a planta começou a ser utilizada na Índia.
Cebola
Originária do Oriente, hoje é cultivada praticamente em todo o mundo. Poucos temperos são tão utilizados na cozinha como a cebola. Indispensável nas saladas ou molhos. Eu dificilmente não uso a cebola no início ou finalização de algum prato que preparo em minha cozinha.
Cebolinha

Com origem asiática, na culinária brasileira a erva foi incorporada aos pratos do dia-a-dia. Na feira e hortifrutis, é possível encontrá-la com o nome de cheiro-verde, quando é vendida em maços em conjunto com a salsa. Pode ser usada desde saladas até sopas, farofas, tutu de feijão, patês, arroz... eu praticamente uso em tudo!
Coentro
As folhas são indispensáveis na cozinha baiana e na preparação de ensopados de peixe por praticamente todo o litoral brasileiro. É parecido com a salsa. Mas tem um gosto mais marcante.
Açúcar com baunilha: Deliciosa mistura que dá sabor especial a bebidas com leite, caldas doces, cremes, fondants. Utilizada em bebidas quentes e doces em geral.

Açúcar com canela: Uma perfeita mistura de açúcar com a aromática canela. Polvilhe-a sobre o arroz-doce, bolos, canjicas, tortas, maçãs de forno, rabanada e no famoso aperitivo "Alexander."

Açúcar, cravo e canela: Outra interessante mistura, com duas especiarias, que se combinam muito bem. Pode ser usada em pratos doces e algumas pitadas em bebidas à base de leite.

Bouquet Garni: É composto por tomilho, manjerona, salsa e louro. Coloque o saquinho em infusão em ensopados; esprema o mesmo no canto da panela para aproveitar o caldo.

Cajun: Tempero para peixe e frango. Composto por páprica, sal, estragão, alho, cebola, pimenta do reino, salsa, canela, tomilho e pimenta calabresa. Cubra a carne com a mistura e depois grelhe.

Cebola, alho e salsinha: Composto por: cebola, alho e salsa. Utilizado em qualquer tipo de prato, este tempero é ideal para preparar carnes, risotos e refogados.

Chimichurri: Composto por: salsa, alho, pimentão vermelho, orégano, louro em pó, cebolinha, pimenta calabresa, pimenta do reino moída, alecrim, e sálvia. Tempero de origem argentina, usado em carnes e saladas.

Colorau ou colorífico: É um preparo à base de semente do Urucunzeiro, o urucum misturado com fubá de milho torrado. Use-o para dar uma leve coloração vermelho nas carnes de panela.

Curry ou Garam Massala: Mistura composta por especiarias, com a cor amarelo-ouro dada pela cúrcuma, com perfume e sabor que lembram sempre a Culinária Indiana. Indicado no preparo de ovos, sopas, peixes, carnes, aves, legumes e em molhos.

Dukkah: É uma especialidade egípcia. Composto por avelã, gergelim, coentro, pistache, cominho, sal e pimenta do reino. Misture ao óleo de oliva e sirva como molho para pães crocantes. Pode ser usado polvilhando-o sobre peixe assado, frango, carneiro ou no pão de mel.

Fines Herbes (Ervas Finas): Composta por salsa, cebolinha, estragão e cerefólio. É uma combinação deliciosa de ervas usada principalmente em omeletes. Pode também ser utilizada em suflês e saladas.

Green Salt com pimenta: É a combinação de mais de 15 ervas e especiarias

Herbes de Provence: Sua origem é o sul da França. Mistura de ervas que florescem nos Montes de sal da França, nos meses quentes de verão. Composto por orégano, segurelha, alecrim, manjerona e tomilho. É usada na maioria das praias da região do Mediterrâneo em assados, carneiro e geléias.

Lemon Pepper: Ótima combinação de Pimenta do Reino, condimentos e o sabor do limão. Ideal para temperar carnes, saladas, peixes e legumes ensopados.



Tabasco: Fabricado à base de pimentões vermelhos e verdes picantes. Diversos usos na culinária internacional.

Tempero baiano: Composto por: pimenta do reino, cominho, coentro, cúrcuma, pimenta calabresa, orégano e amido.       Este tempero é indicado para peixes, molhos, frango ensopado, camarão e sopas. Excelente para pratos típicos da culinária baiana.

Tempero cheiro verde: Composto por: salsa e cebolinha desidratadas.  Utilize em saladas, arroz e molhos, ou como decoração em saladas cruas e batatas fritas ou assadas. Nas receitas com óleo ou com molhos é aconselhável que se coloque primeiro na água por alguns minutos para que as ervas sejam reidratadas e voltem a sua forma natural.

Tempero italiano: Composto por: sal, alecrim, salsa, alho desidratado e pimenta-do-reino.  Este tempero é ideal para frangos e carne de porco. Podendo ser utilizado também em outros pratos como, por exemplo, batatas cozidas ou fritas.

Tempero para churrasco: Composto por: sal, glutamato monossódico, pimenta-do-reino preta, pimentão, alho, pimenta-calabresa, cebolinha, salsa, orégano, louro, cebola, manjericão e sálvia.    Este tempero foi desenvolvido para ser utilizado em carnes feitas na brasa.

Fonte: Wikipédia / Gazeta Mercantil /CPT – Centro de Produções Técnicas

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A FRANCESINHA DO PORTO

PORTO

O Porto é uma cidade portuguesa situada no noroeste da Península Ibérica

Vários pratos da tradicional culinária portuguesa tiveram origem na cidade do Porto. O prato típico por excelência da cidade são as Tripas à moda do Porto, prato histórico , e que pode ser encontrado em muitos dos restaurantes da cidade. O Bacalhau à Gomes de Sá é outro prato típico nascido no Porto . Francesinha é, da culinária recente, o prato mais famoso, e consiste num sanduiche recheada com várias carnes (normalmente carne de vaca, linguiça, salsicha fresca e fiambre) e coberta com queijo e um molho especial .O célebre  caldo verde, é também um prato portuense.

vamos à Francesinha



acompanhe com batata frita

E BOM APETITE

DICA DE POSTAGEM DADA PELO AMIGO LEANDRO
e a pedidos dele ...
eu apreciaria um vinho  mais acido ou com taninos mais marcantes devido a gordura; como um Shiraz , um Barolo ou um corte de Cabernet - Merlot 

Francesinha é um prato típico e originário da cidade do Porto, em Portugal.

História
Francesinha, com batatas fritas.

Uma das teorias sobre a origem do prato remonta-o ao contexto da Guerra Peninsular, afirmando que as tropas napoleónicas costumavam comer umas sandes de pão de forma, onde colocavam toda a espécie de carnes e muito queijo. À época, entretanto, faltava um complemento que os portuenses passaram acrescentar nas ditas sandes – o molho.

Actualmente, entretanto, parece haver alguma unanimidade em atribuir os créditos da criação do prato a Daniel David Silva, empregado do Restaurante A Regaleira na década de 1950. Tendo trabalhado em França, ao retornar a Portugal Daniel Silva criou a francesinha com base na tosta francesa, o "croque-monsieur", e daí o nome.
Francesinha caseira

A francesinha é constituída por linguiça, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de carne de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). É normalmente guarnecida com um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri. Os acompanhamentos de ovos estrelados (no topo da sanduíche) e batatas fritas são facultativos.
Referências
Apreciação da Aol Travel: 'Francesinha' - está entre as melhores sanduíches do Mundo (em inglês)
  1. a b c Jornal Público (26 de Abril de 2011). EUA: Francesinha entre as dez melhores sanduíches do mundo. Página visitada em 27 de Abril de 2011.
  2. História da Francesinha Câmara Municipal da Póvoa do Varzim
receita
  • 4 fatias de pão de forma



  • 2 bifes de porco



  • 2 salsichas



  • 2 ovos



  • 2 lingüiças



  • 4 fatias de queijo tipo mussarela



  • 2 fatias de presunto (fiambre português)



  • Molho:



  • 1 cerveja



  • 1 cálice de vinho do porto



  • 1 tablete de caldo de carne



  • 2 folhas de louro



  • 2 colheres de sopa de extrato de tomate



  • 1 colher de sopa de azeite



  • 1 colher de sopa de maisena dissolvida em um pouco de leite



  • Piri piri quanto baste (ou qualquer outro molho de pimenta de preferência mais ardido)



  • sábado, 28 de maio de 2011

    SAÚDE! Literalmente

    “O vinho é uma coisa maravilhosamente apropriada ao homem, tanto na saúde como na doença, se bebido com moderação e na medida exata, conforme a constituição de cada indivíduo.” Hipócrates [460-367 a.C.] – o Pai da Medicina

    O vinho bebido com moderação, durante as refeições, é muito favorável à saúde.  

    Os principais responsáveis pelas virtudes terapêuticas do vinho são os POLIFENÓIS, que são originários principalmente da casca e semente das uvas. Eles têm um potente efeito anti-oxidante e uma ação antibiótica [eles matam um número grande de bactérias e inibem o crescimento de vários vírus, entre os quais o do herpes, o da gripe e o da poliomielite].


    As pessoas que bebem vinho moderadamente, durante as refeições e regularmente têm 20% menos câncer de qualquer tipo. E as que têm câncer e bebem vinho da mesma maneira têm sobrevida maior. E os pacientes que têm câncer e fazem tratamento com quimioterapia e/ou radioterapia e bebem vinho regularmente, moderadamente nas refeições, toleram bem mais este tratamento.

    As pessoas que vivem em regiões vitivinícolas morrem depois, pois vivem 25 a 45% mais. As pessoas que envelhecem tomando vinhos regularmente, moderadamente e durante as refeições, envelhecem com melhor qualidade de vida e têm melhor comunicação, melhor nível de atenção, menos agitação, menos incontinências e QI mais elevado.

    As mulheres que tomam 2-3 taças de vinho ao dia, regularmente, ganham massa óssea e têm menos osteoporose e têm atenuado as manifestações do climatério e menopausa.


    Os polifenóis do vinho são uma barreira, as manifestações alérgicas.

    Foi encontrada uma substância na casca da uva que baixa a Pressão Arterial. Logo haverá remédio para Pressão Alta feito da casca da uva.

    O vinho é, pelos seus componentes, a bebida mais favorável para os obesos e diabéticos.

    Hoje instituições que são muito severas nos seus critérios científicos, como o FDA [Food and Drug Administration], AHA [American Hart Association], SBH [Sociedade Brasileira de Hipertensão Arterial] e NSA [National Stroke Association] reconhecem que as pessoas que não têm contra-indicação a ingesta de bebidas alcoólicas, e que bebem vinho com moderação, regularmente e durante as refeições, tem benefícios para a saúde.

    Para que se possa usufruir as virtudes terapêuticas do vinho é necessário que se tenha sempre em mente as palavras do médico e alquimista suíço Paracelso que viveu entre os anos de 1493 e 1541: “Só a dose faz o veneno” .
    Saúde!!!

    Dr. Jairo Monson de Souza Filho



    É ISSO AI MEUS AMIGOS, O VINHO REALMENTE ALÉM DE SABOROSO E UM BOM AUXILIO PARA A SAÚDE; MAS ESSA FRASE DE PARACELSO É EXTREMAMENTE IMPORTANTE E VERDADEIRA.

    VAMOS APRENDER E COMENTAR MAIS SOBRE SAÚDE EM BREVE, FIQUE BLOGADO.

    sexta-feira, 20 de maio de 2011

    dia especial

    DIA DO VINHO...(365dias...)
    No primeiro domingo do mês de junho de cada ano, é comemorado o Dia Nacional do Vinho.
     projeto talvez seja um reconhecimento ao crescimento da produção de vinhos no Brasil e que  colhe resultados positivos nas mais variadas competições internacionais. Não é simples colocar nossos vinhos  de qualidade no mercado e competir, com rótulos argentinos e chilenos. A Serra Gaúcha já é consolidada como uma grande produtora de vinho do país, mas devemos destacar a região do Vale do São Francisco  entre Pernambuco e Bahia. Dizem os especialistas que esta região concentra vários fatores que favorecem a produção de uvas: O sol (que ajuda no amadurecimento e na concentração de açúcar natural), o solo não muito rico e a grande variação de temperatura entre o dia e a noite.
    O Vale do São Francisco vem se desenvolvendo como grande produtor de vinho desde o início dos anos 80 e vinhos de excelente qualidade tem sido produzido.
    Cada garrafa incorpora emoções, cada momento pede um vinho especial e todos os vinhos com certeza são especiais.

    UM BRINDE!

    terça-feira, 17 de maio de 2011

    FONDUES E SEU CHARME

    Originária da Suíça francesa, conta-se que no século XIII moradores dos Alpes Suíços tiveram uma superprodução de queijo que endureceu com o inverno.

    Para evitar a perda e conservá-los, derreteram o excesso produzido e acrescentaram Kirsch (bebida alcoólica de cereja produzida ali). Enquanto preparavam, iam provando com pão para determinar o tempero.

    Com o passar do tempo, a operação se transformou em celebração e o queijo fundido, na fondue que conhecemos hoje: degustada entre amigos durante o inverno. Como em todo ritual, o prato foi adaptado e, além da fondue de queijo, há ainda a bourguignonne (fondue de carne), de peixe, camarão ou chocolate com frutas.

    O fogareiro é o passo inicial para fazer uma fondue. Para cozinhar sobre a mesa é preciso, antes de tudo, um fogareiro, que pode ser encontrado em diversos formatos e materiais.

    Em geral, usa-se álcool como fonte de calor (apropriado para manter as fondues ferventes), mas pode-se usar ainda vela, gás ou energia elétrica.A vela é a fonte de calor mais fraca, com ela é possível derreter chocolate e manter as fondues e os molhos quentes, mas não é possível ferver ou fritar a carne. (fonte: Terra).

    Os queijos mais indicados para fazer a fondue são:
    Emmenthal do allgau ou suíço: queijo duro, amarelo-claro, de sabor suave. Ideal para ser fundido após 6 meses de cura.
    Bel paese: queijo italiano amanteigado, bem suave e cremoso. Deve ser combinado com um queijo mais duro.
    Cantal: queijo francês bem curado, aromático e meio duro.
    Cheddar: queijo inglês suave, duro, de consistência farinhosa. Antes de fazer a fondue, corte-o em cubos pequenos.
    Chester: queijo inglês duro. O de cura recente é suave, já o de cura mais antiga tem sabor mais aromático e forte. É um queijo que derrete com facilidade.
    Comté: queijo francês duro, parecido com o gruyère, dá bons resultados depois de derretido.
    Edam: queijo de sabor suave.
    Emmenthal: queijo suíço duro, de sabor suave. Depois de bem curado ganha um sabor bem forte.
    Fontina: queijo italiano gorduroso, de aroma suave e sabor levemente adocicado.
    Gouda: queijo cremoso, delicado e macio. Derrete com facilidade.
    Gruyère: queijo suíço, duro e com um sabor mais forte que o emmenthal.
    Mussarela: queijo italiano, levemente ácido. É indicado para preparar fondues à base de leite e não dá bons resultados quando misturados com bebida alcóolica.
    Provolone: queijo italiano de casca bem dura e com um sabor adocicado quando fresco. Já curado torna-se picante. Para fondues deve-se misturar com emmenthal ou gruyère.
    Tilsit: queijo alemão firme, de coloração dourada, gosto acre e levemente ácido. Para fazer fondue precisa ser misturado com queijo de sabor mais suave

    Acrescente sementes de erva-doce ou páprica, e sinta algo diferente.

    RECEITA

    Ingredientes:

    400 g de queijo gruyére ralado
    200 g de queijo emmenthal ralado
    1 dente de alho sem casca partido ao meio
    1 xícara (chá) de vinho branco
    1 colher (chá) de suco de limão
    2 colheres (chá) de maisena
    4 colheres (sopa) de leite
    4 colheres (sopa) de vodca
    3 pitadas de pimenta-do-reino
    1 pitada de noz-moscada

    Modo de Preparo:
    Esfregue o alho na parte interna de uma panela própria para fondue. Coloque o vinho e o suco de limão e leve ao fogo até amornar. Reduza o fogo, junte os queijos e mexa bem até começar a derreter. Adicione a maisena dissolvida no leite e continue a cozinhar, mexendo sem parar, em movimentos na forma de 8 para o queijo não ficar em ponto de fio. Acrescente a vodca, a pimenta e a noz-moscada e misture por mais 2 minutos, ou até ficar cremoso. Transfira a panela para o fogareiro e leve à mesa. A fondue deve continuar a ferver. Sirva com pedaços de pão, de preferência os de casca dura, como o pão italiano. Espete-os no garfo próprio para fondue e mergulhe no queijo.
    Deve-se harmonizar fondue de queijo com um vinho tinto pouco tânico, leve e fácil de beber sem se contrapor ao queijo, mas não deixe de tomar os brancos também, nos brancos devemos evitar aqueles muito cítricos e florais que, tradicionalmente, são mais companheiros no verão, preferindo aqueles um pouco mais  estruturados. Qual o melhor? Bem, eu tenho minhas preferências,mas aproveite os próximos dias , teste diversas combinações e depois, comente qual você mais gostou, isso seria ótimo e assim teremos mais dicas para curtir o friozinho. 

    sábado, 14 de maio de 2011

    INVERNO

    Quando as temperaturas caem, surge aquela vontade de ficar mais próximo de quem se gosta, de estar aquecido entre cobertas ..., diferentes e saborosas bebidas como cafés, chocolates, conhaques e bons vinhos.

    Os pratos também ganham novos sabores, texturas e calorias...

    Cremes e Sopas hum!

    Delicias que aquecem que nos remetem a um lugar de aconchego e de satisfação. Vamos experimentar?

    CREME DE ABÓBORA COM HORTELÃ

    Ingredientes:

    1 kg de abóbora-moranga descascada e picada
    1 tablete de caldo de carne
    4 xícaras (chá) de leite desnatado
    1 cebola média picada
    1 xícara (chá) de hortelã picada
    sal a gosto
    pimenta-do-reino a gosto
    Modo de Preparo:
    Coloque em uma panela a abóbora, o tablete de caldo de carne esfarelado, o leite e a cebola. Leve para cozinhar e, assim que ferver, reduza o fogo e cozinhe por 20 minutos, ou até a abóbora ficar macia, mexendo de vez em quando. Acerte o sal e acrescente a pimenta. Misture e retire do fogo. Transfira a metade da sopa para o liquidificador e junte a hortelã. Bata por 1 minuto e despeje na panela com a sopa restante. Misture e distribua nos pratos.



    CREME DE ESPINAFRE

    Ingredientes:

    1 maço médio de espinafre
    1 colher (sopa) de manteiga
    2 colheres (sopa) de farinha de trigo
    1 litro de leite desnatado
    1 caixinha de creme de leite light
    sal a gosto

    Modo de Preparo:
    Limpe e lave o espinafre, separe somente as folhas e coloque-as numa panela. Tampe a panela e leve ao fogo até as folhas murcharem e ficarem macias. Retire do fogo, esprema as folhas para eliminar o excesso de líquido e pique-as finamente. Reserve. Leve ao fogo uma panela com a manteiga e a farinha de trigo e deixe dourar sem parar de mexer. Junte, aos poucos, o leite e cozinhe por mais 6 minutos, ou até obter um creme não muito encorpado. Misture o espinafre, o creme de leite e o sal. Assim que ferver, acerte o sal e retire do fogo.